Brasil como uma das cinco maiores nações mundiais
Renan Santos é empresário e um dos fundadores do MBL. Defende restaurar a ordem pública e elevar radicalmente a produtividade brasileira.
Quem é Renan Santos?
Renan Santos, 42 anos, é empresário e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre, tendo atuado na linha de frente do impeachment de 2016. Em 2025, fundou o Partido Missão após coordenar uma mobilização nacional de coleta de assinaturas entre o público jovem. Atualmente defende uma plataforma de reformas estruturais, combate ao crime e desenvolvimento tecnológico para o país.
Entrevistas recentes
Renan Santos explicou suas propostas em 57+ entrevistas em grandes veículos:
- CNN Brasil
- Globo News
- Jovem Pan
- SBT News
- Flow Podcast
- O Antagonista
- Brasil Paralelo
A proposta mais audaciosa de Segurança Pública
Rodrigo Pimentel, ex-subsecretário de Segurança do Rio de Janeiro, questiona e debate cada ponto do plano de retomada territorial — da estratégia operacional ao custo político.
→ Ver a proposta de segurança pública-
2 de set. de 2026
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27 de ago. de 2026
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14 de ago. de 2026
Resumo do Plano de Governo
O Futuro é Glorioso
O Livro Amarelo é o programa de governo do Partido Missão para o Brasil 2026. Este resumo reúne os principais eixos, diagnósticos e propostas — direto ao ponto.
Ver o Livro Amarelo (PDF)Propostas
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Fim do domínio das facções
Retomada territorial de áreas dominadas por facções, tratando grupos armados como inimigos do Estado, com guerra ao crime decretada no primeiro dia de governo.
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A dívida que engessa o Brasil
Ajuste fiscal profundo pelo lado da despesa, ancorado na PEC do Equilíbrio Fiscal, para conter a trajetória insustentável da dívida pública e destravar a queda dos juros.
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Prefeito que não entrega não se reelege
Vincular a reeleição de prefeitos e o repasse dos fundos partidário e eleitoral ao cumprimento de metas objetivas em saneamento, educação, saúde e geração de riqueza local.
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Das terras raras à indústria de ponta
Transformar o Brasil de exportador de minério bruto em fabricante de ímãs permanentes, semicondutores e baterias, aproveitando a segunda maior reserva mundial de terras raras.
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Fim das favelas em 10 anos
Transformar as 12.348 favelas do país em bairros formais em 10 anos, com título de propriedade, abertura de ruas, infraestrutura completa e presença permanente do Estado.
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Escola com autoridade, método e resultado
Retorno ao método fônico, fim da progressão continuada, premiação por desempenho e ensino técnico profissionalizante para garantir que todo aluno saia da escola alfabetizado e empregável.
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Justiça de verdade, não política de toga
Restringir o STF ao papel de Corte Constitucional, acabar com decisões monocráticas e criar corte específica de desembargadores para julgar foro privilegiado.
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Saúde pública na era da inteligência artificial
Prontuário único nacional com inteligência artificial para prever doenças, fila do SUS ordenada por risco e telemedicina para acabar com o gargalo do acesso.
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As regras de trabalho que o mundo novo exige
Substituir a CLT dos anos 40 por um marco de flexibilização radical, extinguir a Justiça do Trabalho e usar seus R$ 23 bilhões anuais para reduzir impostos sobre a folha.
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Reserva nacional de Bitcoin
Criar reserva estratégica em Bitcoin e marcos regulatórios para atrair empresas e talentos do setor de tecnologia para o Brasil.
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O Nordeste que produz, não que depende
Transformar o Nordeste em polo industrial, energético e tecnológico por meio de Zonas Econômicas Especiais, energia renovável e atração de data centers e indústrias de alta tecnologia.
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Desenvolvimento sem tutela estrangeira
Expulsar ONGs internacionais que atuem contra o desenvolvimento nacional e defender a exploração soberana do petróleo da margem equatorial.
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Identidade nacional como poder de influência
Financiar filmes, séries e games baseados na história do Brasil, sanear as leis de incentivo com critérios objetivos e projetar o país como potência cultural no exterior.
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Rio com autonomia de Hong Kong
Separar a cidade do Rio de Janeiro do estado, com autonomia de distrito e gestão do próprio orçamento, para torná-la polo global de turismo, tecnologia e entretenimento.
Leitura: 2 min Ler a proposta completa →
Respostas diretas às questões mais difíceis — viabilidade, custo e críticas frequentes.
Por que Renan Santos?
O Brasil tem urânio, a segunda maior reserva de terras raras do mundo, a maior biodiversidade do planeta e uma população jovem e empreendedora. O que falta não são recursos — é um projeto de Estado que os transforme em prosperidade real e soberania de verdade.
Renan Santos defende um planejamento estratégico de 30 anos: polos industriais no Nordeste — data centers, hidrogênio verde e semicondutores; domínio do ciclo nuclear; Marco Nacional da Desfavelização para retomar territórios do crime; e reformas que liberam a produtividade sem paternalismos. Não é promessa vazia — é um programa com nomes, metas e prazos.
Perguntas difíceis
Ao defender "prender ou matar", você não está incentivando a violência policial e abrindo margem para a morte de inocentes nas comunidades?
O lema aplica-se a criminosos que portam fuzis e não se entregam durante operações de retomada territorial — não a qualquer abordagem policial. O Estado não pode ter medo de exercer o monopólio da violência contra quem desafia a soberania nacional com armamento de guerra. Falhas operacionais existem em qualquer guerra, mas são preferíveis à "paz dos cemitérios" imposta pelas facções, que já matam muito mais do que qualquer operação policial. A permissividade atual tem seu próprio custo em inocentes.
Inteligência Ltda
O que você vai fazer quando o STF barrar suas propostas de segurança ou declarar que são inconstitucionais?
Decisões ilegais não se cumprem. Se o governo aprovar uma lei pelo Congresso e o STF a barrar de forma monocrática e ideológica, a política pública será mantida, forçando o tribunal ao desgaste político perante uma sociedade que clama por segurança. A analogia usada é a de Ayrton Senna: estar em uma posição onde o adversário precisa ou recuar ou colidir. Um STF que veta segurança pública aprovada democraticamente paga o preço político dessa decisão.
Revista Oeste
Acabar com as favelas em 10 anos soa impossível. Como remover milhares de pessoas sem causar trauma social e sem ter orçamento de China?
O plano não é de remoção em massa — é de urbanização. A remoção ocorreria apenas em áreas de encosta e risco iminente, transferindo famílias para prédios verticais no próprio local. O foco é abrir ruas, instalar infraestrutura, dar CEP e títulos de propriedade, transformando a favela em bairro. O custo estimado é de cerca de R$ 900 bilhões distribuídos em 10 anos — alto, mas uma decisão civilizacional. A alternativa é manter o território sob domínio de facções, o que também tem um custo, em vidas e em desenvolvimento perdido.
Flow News
Participe
Conheça as propostas detalhadas no Livro Amarelo (livroamarelo.com) e acompanhe a mobilização pelas estradas do Brasil. Engaje-se com o Missão para transformar o potencial brasileiro em realidade gloriosa.
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