Renan Santos
  • Urbanismo

Rio com autonomia de Hong Kong

Transformar o Rio de Janeiro em distrito autônomo com gestão independente do próprio orçamento para se tornar hub global de turismo, tecnologia e entretenimento.

Comparação entre o Rio de Janeiro e a moderna Hong Kong

O problema

O Rio de Janeiro tem potencial global como hub de turismo, tecnologia e entretenimento, mas sua gestão é fragmentada entre prefeitura, estado e governo federal, sem autonomia orçamentária para decisões estratégicas de longo prazo. Os cartórios encarecem transações imobiliárias e comerciais, elevando o custo de formalização para cidadãos e empresas.

A proposta

Transformar o Rio de Janeiro em um distrito autônomo — nos moldes de Hong Kong e Buenos Aires — com gestão independente do próprio orçamento e foco em atrair turismo, tecnologia e entretenimento em escala global. Extinguir gradualmente os cartórios, substituindo-os por sistemas de assinatura digital e blockchain para registros imobiliários e comerciais, reduzindo o custo e o tempo de transações.

a ideia perfeita do Rio de Janeiro é que Rio de Janeiro tem que ser uma espécie de uma Dubai e ser uma Dubai é um lugar que resolve favela e tal e é um lugar que recebe por causa da exuberância

O Rio de Janeiro a gente tem que separar a cidade do Rio de Janeiro do estado do Rio de Janeiro eles têm que ter um um status de distrito de autonomia igual Buenos Aires tem na Argentina igual Shangai Pequim Hong Kong tem.

Daria uma autonomia igual tinha com o estado na Guanabara pro Rio de Janeiro ali você faz um espaço cryptofriendly para que pessoas e aí resolvendo a questão de segurança claro para que pessoas se mudem pro Rio de Janeiro.

Por que funciona

A proposta fundamenta-se no sucesso de modelos de cidades-estado ou distritos autônomos como Hong Kong, Xangai, Pequim e Buenos Aires, que possuem flexibilidade para gerir seus ativos e potenciais específicos de forma mais eficiente que governos centrais ou estaduais. Renan Santos argumenta que o Rio de Janeiro é um ativo estratégico e simbólico do Brasil para o mundo, mas que seu potencial é sabotado por um pacto político que não prioriza suas necessidades de segurança e desenvolvimento tecnológico. Um ambiente tech-friendly e seguro é apresentado como atalho para atrair os melhores cérebros do mundo, aproveitando o estilo de vida único do Rio para gerar uma nova elite produtiva e resiliente.

O resultado

O Rio de Janeiro deixaria de ser uma cidade evitada pelo medo para se tornar um dos destinos mais seguros e vibrantes do planeta, com gestão focada em resultados técnicos similares aos de grandes metrópoles globais. O cidadão veria a eliminação das favelas — transformadas em bairros urbanizados — e a retomada total do território pelo Estado, permitindo livre circulação e fim do domínio de facções e milícias. Economicamente, a cidade passaria a atrair empresas de tecnologia de ponta e nômades digitais de alta renda, gerando empregos de complexidade superior e melhores salários. Para o Brasil, o Rio funcionaria como vitrine de modernidade e porta de entrada soberana para investimentos e influência geopolítica.

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